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FAQ

 

 Askos ay respondos pri Mondlango

Perguntas e respostas sobre Mondlango

 

 

1. O que é Mondlango?

Mondlango é também conhecida como Ulango, ou mesmo Monda. É uma língua internacional. Pertence a toda a humanidade e não apenas a uma única nação. Atualmente há milhares de línguas no mundo. A diferença de línguas em muito impede o intercâmbio de informações e a compreensão entre os países. Em razão do rápido desenvolvimento da globalização, o problema da barreira linguística tem sido acentuado. O melhor meio de solucionar esse problema é fazer uso de uma língua internacional. Mondlango não tem o propósito de suplantar ou substituir qualquer língua nacional. Seu intenção é apenas se tornar um meio fácil de comunicação para pessoas de diferentes línguas. As duas vantagens de Mondlango são sua neutralidade e sua facilidade de aprendizado. Nenhuma outra língua nacional no mundo, incluindo o Inglês, apresenta qualquer dessas vantagens.
Resumidamente: Mondlango = Esperanto + Inglês.

2. Como será o mundo quando todas as pessoas falarem uma mesma segunda língua?

Nós não estamos propondo uma única língua, nós estamos propondo que as pessoas adotem uma segunda língua. O que significa que nós não temos de aprender três, quatro ou mais línguas. Nós simplesmente aprenderemos a língua internacional, que será a língua comum, a verdadeira ponte para pessoas de diferentes países. As pessoas teriam de aprender somente a língua internacional, afora suas próprias línguas nativas. Como consequência, as línguas menos faladas, pressionadas pela importância e influência de outras línguas que poderiam levá-las à extinção, seriam salvas por se manterem intactas e protegidas pelos seus próprios povos. A segunda língua, comum entre todos os falantes do mundo, seria considerada apenas uma língua de comunicação, não apresentando qualquer influência política ou econômica que pudesse afetar a dignidade e o brio de países menos proeminentes. Obviamente, isso não impede que se aprenda outras tantas línguas por mero prazer e apreciação, sem obrigatoriedade.

3. De onde se originam os nomes Ulango e Mondlango?

A palavra Ulango é a abreviação de "La Universa Lango" que significa "A Língua Universal". O nome "Mondlango" significa "Língua Mundial". Ulango e Mondlango são, portanto, a mesma língua com diferentes nomes.

4. O inglês não é uma língua internacional?

O inglês, como a mais popular língua no presente, não é adequado para uso como instrumento de comunicação internacional. As razões são, primeiramente, porque o inglês é uma língua nacional. Nenhuma língua nacional é adequada para uso internacional. Por que? Porque se aceitarmos uma língua nacional como internacional, isso dará enormes vantagens política e cultural ao país ou países, cuja língua nativa terá sido a escolhida. Consequentemente, essa solução é frequentemente inaceitável para os outros. Em segundo lugar, o aprendizado do inglês é muito difícil para a maioria dos povos asiáticos. Por exemplo, muitas pessoas na China aprendem inglês, porém somente poucos a dominam. Atualmente, apenas 10% da população mundial entendem inglês. Isso significa que, se tivermos de tomar o inglês como língua internacional, 90% das pessoas de todo o mundo teriam de aprender inglês. Isso é razoável? Naturalmente que não!

5. O inglês já se tornou a língua internacional da Internet. Isso é verdadeiro?

Sim, o inglês é a principal língua da Internet no momento, mas essa situação mudará em breve. O percentual de páginas da web em inglês está se mostrando progressivamente reduzido, enquanto que páginas em outras línguas, especialmente em chinês, estão crescendo cada vez mais. Tanto inglês como chinês são línguas nacionais, mas Mondlango é uma língua neutra.

6. Num país onde o percentual de pessoas que entendem inglês é alto, significa que esse país é mais modernizado. É isso correto?

Não! Alguns países, como Índia, Paquistão e Nigéria, na condição de antigas colônias do Reino Unido, usam o inglês como sua língua oficial, mas eles não são altamente modernizados. Por outro lado, Japão, Alemanha e Suécia, que não usam o inglês como sua língua oficial, são altamente modernizados.

7.  Mas o Mondlango não é simplesmente uma língua artificial!?

Naturalmente que é. Assim também são todas as línguas do mundo. A palavra "artificial" significa "feito por seres humanos" e todas as línguas tem sido criadas por seres humanos. A diferença entre línguas nacional e artificial é que uma língua nacional não é feita cientificamente, mas possui muitas irregularidades e fatores sem razão, enquanto que uma língua artificial é contruída sistemática e cientificamente, integrando simplicidade e regularidade, afastando a comum existência de estruturas insensatas das línguas nacionais, nas quais vemos uma abundância de expressões idiomáticas e excessivas exceções às regras gramaticais, que tornam o conhecimento pleno do nosso próprio idioma uma realização quase impossível. De fato, a língua indonésia é uma língua planejada, feita por um missionário holandês nos idos de 1920, cuja estrutura se fundamenta na sintetização de algumas línguas locais. Atualmente essa língua se tornou o idioma nacional da Indonésia, usada por mais de cem milhões de pessoas. O Mondlango também é um idioma construído e se fundamenta no conjunto de línguas Indo-Européias como o inglês, francês, espanhol etc.

8. Bem, neste caso já existe o Esperanto, por que, então, necessitamos do Mondlango?

Isso se dá pelo fato de existir certa quantidade de defeitos no Esperanto. Os exemplos abaixo não abrangem a totalidade deles, mas apenas alguns:

(1) O Esperanto não faz uso das letras q, w, x e y, mas apresenta a inconveniência de seis letras acentuadas, como  c^, g^, h^, j^, s^ and u~, as quais (com possível exceção da última), não são usadas em qualquer outra língua. Uma vez que lhes são peculiares, elas tem de ser especialmente providenciadas por meio de programas adequados para sua correta digitação e impressão gráfica, unicamente para atender às necessidades do Esperanto. Leve-se em conta que tais dificuldades ainda existem, apesar de o idioma já ter um tempo de existência que se prolonga por mais de um século, não tendo chegado os esperantistas a uma solução mais simples e tranquila, em razão do seu conservadorismo, que os mantêm atrelados ao chamado "Fundamento do Esperanto", uma espécie de bíblia inútil e capenga, a retardar melhor e compreensiva análise e, consequentemente, a atualização e o digno aperfeiçoamento do idioma. Embora os problemas que essa situação chega a causar não sejam de todo insuperáveis, os acentos gráficos oferecem incômodo em mais de um sentido e, de alguma forma um tanto oculta, sugerem a não aceitação do Esperanto e sua introdução nos meios oficiais, restando sua aplicação apenas na esfera pessoal e em alguns círculos forumeiros. Ainda que a acentuação possa ser substituída, a título precário, pelo uso das letras h ou x, colocadas após as referidas letras, além de não constituir uma solução inteligente, os esperantistas, em geral,  parecem não se sentirem satisfeitos, usando desta alternativa de maneira muito relutantemente. Eles costumam, por vezes, dizer que os acentos utilizados não são verdadeiros acentos gráficos e sim estrutura da própria letra, como se isso fizesse alguma diferença que justificasse o uso do estranho alfabeto e que, por um passe de mágica, solucionasse os problemas que o alfabeto causa. Outros, por absurdo, dizem que os acentos dão um belo aspecto ao alfabeto esperantista, tornando-o mais especialmente atrativo. Logo após a posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, muitos esperantistas enviaram sugestões para que o então presidente estudasse a possível adoção do Esperanto nas escolas americanas, o que, por certo, dar-lhe-ía um impulso incomparável. Tenho, para mim, que tal movimento é ridicularmente visionário, uma vez que não posso conceber que um país, cujo idioma não possui acentuação gráfica, venha a adotar em sua rede de instituição escolar, um idioma que dependesse de um recurso impróprio, ainda mais porque, sendo um idioma planejado, há oportunidade suficiente para se aparar as arestas que o mantém imperfeito.

(2) Em Esperanto, há a terminação -n para o caso acusativo. Isso dá maior flexibilidade na ordem das palavras numa sentença, porém oferece certa complexibilidade à gramática, além do que, muita flexibilidade reduz a padronização. A título de exemplo e trazendo essa flexibilidade para a língua portuguesa, para um melhor entendimento, significaria dizer que poderíamos falar das seguintes formas: "Eu comprei um carro"; "Um carro eu comprei"; "Comprei eu um carro"; "Um carro comprei eu"; O objeto direto dessa oração gramatical, que é "carro", recebe a letra "n" ao final. Se a frase contiver um número maior de palavras, sua flexibilidade aumenta. Ora, perguntamos: para que isso? É bem verdadeiro que facilita os poetas e compositores de músicas. Entretanto, pense bem: nós falamos a língua portuguesa e não temos um símbolo específico para mostrar o objeto direto da oração, mesmo assim temos alguma flexibilidade no falar. Na verdade, mais do que poderíamos necessitar. Podemos falar de maneiras diferentes. Mas, apesar dessa liberdade, não sentimos necessidade de lançar mão desse recurso, pois basta que usemos quase sempre uma mesma maneira de nos expressarmos. Além disso, temos também poetas e compositores em nosso idioma. A questão essencial e desvantajosa da aplicação dessa regra é que isso obriga ao falante do Esperanto que ele seja capaz de reconhecer o objeto direto da oração para que possa juntar a ele o "n" final, isto é, para que ele possa falar corretamente o idioma. Veja a seguinte sentença: "Eu vi o seu caderno amarelo". Em Esperanto é: "Mi vidis vian flavan kajeron". As três últimas palavras tiveram de receber o "n" final para indicar sua posição gramatical. Em seus significados originais elas não possuem o "n". Bem, pergunto a você: quantas pessoas identificam facilmente o objeto direto de uma oração??? Resumindo: somente aqueles que possuem um conhecimento bem razoável do próprio idioma terá condição de fazer isso. O Esperanto não foi feito para a maioria das pessoas, pois mesmo que você tenha aprendido na escola a identificar o objeto direto, certamente, e com frequência, não mais dele se lembra. Até mesmo os esperantistas veteranos têm de pensar um pouco para não errar isso. Os iniciantes sentem uma imensa dificuldade para assimilarem, na prática, e errarem o mínimo possível. Em Mondlango esse problema não existe, já que não há necessidade de identificar o objeto direto quando se usa o idioma. É o mesmo que falar no próprio idioma. A ordem padrão do Mondlango é "sujeito + verbo + objeto", isto é, simplesmente "eu comprei um carro". Mesmo que você mude a ordem das palavras, na maioria das vezes será perfeitamente fácil a compreensão do que se quis dizer. Somente em poucos casos, isso não seria possível. Vejamos um exemplo: "Eu vi você" e "você me viu". Para que você compreenda a diferença entre as duas frases é necessário que o sujeito venha antes do verbo e isso você pode fazer facilmente, mesmo que você não consiga identificar o sujeito  na esfera gramatical. Entendemos que assim, um gigantesco maior número de pessoas possam falar com mais facilidade o Mondlango do que o Esperanto. E isso no mundo inteiro.

(3) Em Esperanto o adjetivo concorda em número e caso com o substantivo que ele qualifica, assim um adjetivo apresenta quatro possíveis terminações. Exemplo: "flava domo" = "casa amarela"; "flavaj domoj" = "casas amarelas"; "mi vidis flavan domon" = "eu vi uma casa amarela"; "mi vidis flavajn domojn" = "eu vi umas casas amarelas". Não há qualquer necessidade de tal complicação. Isso, inclusive, constitui trabalho extra para o iniciante no estudo do Esperanto. Em inglês isso não existe, pois o adjetivo é invariável, tanto em número, quanto em caso, como em gênero. E assim também é o Mondlango, invariável tal qual em inglês.

(4) Em Esperanto, a criação de algumas palavras não obedeceu a um padrão de formação nas  suas diferentes categorias gramaticais. Por exemplo: "Federar" em Esperanto é "federi", mas "Federação" é "Federacio", quando deveria ser "Federo".

(5) A maioria dos nomes de animais em Esperanto não são neutros, mas nomes masculinos, isto é, o nome padrão do animal sempre representa o animal macho daquela espécie. Para formar a fêmea da sua espécie, acrescenta-se-lhe o sufixo exemplo: a palavra "bovo"significa "boi". Para formar a palavra "vaca" acrescentamos o sufixo "ino", isto é, "bovino". Muitasvezes não necessitamos e até nem queremos indicar o sexo do animal, ou até mesmo não temos condição de saber qual é ele. Se vemos um animal à longa distância, não sabemos se se trata do macho ou da fêmea. Mas, em Esperanto, o nome do animal representa sempre o macho. Já em Mondlango, o nome padrão indica apenas a espécie. Usaremos, então, um sufixo para indicar o macho e outro para indicar a fêmea. Isso dá maior precisão ao que se quer dizer.

(6) Em Esperanto, 60% a 70% das palavras são derivadas do latim. Trata-se de um percentual muito alto. O Esperanto foi criado há mais de um século. Hoje em dia, o número de pessoas que falam o inglês é de vários milhôes a mais na condição de falantes nativos e outros tantos milhões que o falam como segunda língua. Uma língua internacional somente obterá sucesso se se render a esse modelo e absorver, em sua estrutura vocabular , um maior número de palavras do inglês.

Enfim, o Esperanto tem uma história de mais de 100 anos, mas por causa dos seus inúmeros defeitos, sua influência é ainda muito limitada. Suas imperfeições não se limita ao que foi exposto acima; várias outras limitações existem e que não foram aqui demonstradas. O lamentável é que isso ocorre por causa dos próprios esperantistas, à exceção de uns poucos, a maioria ainda se encontra presa ao ortodoxismo, ao sentimento de intocabilidade. Os esperantistas não aceitam qualquer tipo de alteração do idioma, entendendo que ele já é perfeito. Entretanto, uma nova língua internacional, que herdou as vantagens do Esperanto e superou seus defeitos, finalmente foi construída. Esta língua é o Mondlango.

9. Por que não se aconselha chamar o Mondlango de uma "Reforma do Esperanto"?

Conquanto quase toda a estrutura básica do Esperanto tenha sido aproveitada na construção do idioma Mondlango, as diferenças entre os dois são muitas em termos de gramática e alfabeto. O Primeiro Congresso Universal de Esperanto adotou "O Manifesto do Esperanto", que estipulou que todo esperantista deve se conformar à gramática estabelecida no livro "A Fundação do Esperanto". Nenhum esperantista terá jamais o direito de modificar esse livro. Eis porque muitos esperantistas tem conhecimento dos pontos inconsistentes do Esperanto, mas nada podem fazer para corrigi-los. A tradição do Esperanto não reconhece qualquer tentativa de reforma. Se a Constituição do Estados Unidos jamais pudesse ter sido emendada, então os americanos não poderiam ter abolido a escravidão. Portanto, pode-se considerar o Mondlango como uma língua independente, não como uma "Reforma do Esperanto".

10. Por que os tempos  presente, passado e futuro  dos verbos terminam  em -an, -in, -on e não em -as, -is e -os como em Esperanto?

Porque: (1) A terminação "-os", em Mondlango é o plural do substantivos. (2) Os tempos presente, passado e futuro dos particípios ativos terminam em "-ant-", "-int-" e "-ont-".  Portanto, para que se forme perfeita correspondência entre eles, é melhor que se use "-an",  "-in" e "-on".

11. Quanto tempo necessito para dominar o Mondlango?

Uma pessoa  pode obter um conhecimento básico de Mondlango em poucos dias ou até mesmo horas. Um único dia de estudo é o bastante para se ter uma idéia básica, de maneira que se possa ler e entender alguns textos.

12. É necessário memorizar um extenso vocabulário?

Não. O Mondlango é mais econômico a esse respeito do que a maior parte dos idiomas. O vocabulário básico pode ser consideravelmente ampliado com a junção de prefixos e sufixos. Isto pode ser usado para se criar muito mais palavras, o que, contudo, não se faz necessário que sejam lembradas separadamente. Para que se tenha uma idéia melhor, pode-se dizer que, com o conhecimento de três mil radicais, pode-se combinar raizes com afixos (prefixos e sufixos) para formar acima de trinta mil palavras em Mondlango. Por exemplo: mediki = medicar, mediko = medicina, medika = médico (relativo à medicina), medikoro = médico (profissional homem), medikino = médica (profissional mulher), medikeyo = hospital etc. etc.

13. Quem inventou o Mondlango?

Estritamente falando, na esfera do Mondlango há fundadores e seguidores, mas não há inventor. A maior parte do vocabulário do Mondlango não é arbitrariamente criado, mas derivado de línguas da família Indo-Européia (especialmente do inglês). Zamenhof, tendo sido o autor do Esperanto, foi também o vanguardeiro do Mondlango. O idioma Mondlango apareceu em julho de 2002. O principal fundador do Mondlango é He Yafu, outros fundadores são Wangli, Qijiaqin, Luoxinxing, Arbsemo, Kulturo, Chenruihua, Zangyuhai, Niyundong, Zhaozhonghua, Oscar Mifsud, David Curtis, Dominique Kuster and Matthew Martin.

14. O que é mondlanguismo?

O Mondlango não é apenas uma língua internacional neutra, mas também uma cultura e ideologia neutras. A idéia fundamental do mondlanguismo é de que todos os seres humanos são livres e iguais em dignidade e direitos, sem distinção de qualquer espécie, como raça, cor, sexo, idioma, religião, política ou outra opinião, origem nacional ou social, propriedade, nascimento ou outro status. Os mondlanguistas consideram que, a par do rápido crescimento da globalização, far-se-á em meio à grande comunidade uma verdadeira harmonia universal. A Internet e o Mondlango serão os dois mais importantes instrumentos para promover a harmonia universal dos povos do mundo. Pela Internet iremos superar as barreiras técnicas, pelo Mondlango as barreiras linguísticas.

15. Por que os pronomes pessoais de segunda pessoa são "yi" e "yu" em Mondlango em vez de "vi" como em Esperanto?

Simplesmente porque a segunda pessoa do plural em inglês é "we", cuja pronúncia é muito parecida com "vi". Para evitar confusão, é melhor que se use "yi" para o singular e "yu" para o plural em Mondlango.

16. Em Mondlango o prefixo que denota oposição é "dis-". Porque não usar "mal-" como em Esperanto?

Porque em inglês e outras línguas (inclusive o português), o prefixo "mal-" tem o significado de "ruim". Por exemplo: maltratar etc. Em inglês, há muitas palavras com o prefixo "dis-" que indica oposição, como "disappear, disarm, disinfect, disconnect, disqualify etc."

17. Em Esperanto, há 16 regras gramaticais.  Quantas há em Mondlango?

De fato, há apenas 12  regras gramaticais em Mondlango. Da primeira à décima regras são ensinados o artigo, os substantivos, os verbos, os adjetivos, os advérbios, os pronomes, os numerais, as preposições, as conjunções e as interjeições respectivamente, todos de uma forma extremamente fácil. É possível memorizá-las num só dia. Fica apenas faltando praticar a fala.A décima primeira regra estipula que a pronúncia de cada palavra corresponde à sua escrita e sua tônica recai sempre na penúltima sílaba. A propósito, é importante saber que cada sílaba é representada por uma vogal, portanto o número de sílabas de uma palavra é o mesmo número de vogais que ela contém. Consequentemente, a penúltima sílaba de uma palavra é o mesmo que sua penúltima vogal. A décima segunda regra estabelece que a ordem básica das palavras numa sentença é "sujeito + verbo + objeto".

Enfim, se você conhece essas 12 regras gramaticais, então você já conhece praticamente toda a gramática do Mondlango. Ficam faltando apenas algumas construções típicas das sentenças, de facílimo aprendizado.